Minas Gerais, Petrópolis e Tiradentes ( 08-07-2011)
Brasília- pernoite em Três Marias
Saímos de Brasília as 14 hs. O valor do óleo diesel estava entre 1,99 a 2, 10 reais. Nossa caminhonete, Mitsubishi ,estava fazendo uma médio de 9, 7 km por litro. Percorremos 430 km até em 5 horas, chegando na Pousada Tia Dora, que fica na BR-040, a 10 km de Tres Marias. A pousada fica em uma agradável fazenda, com piscina, sauna e muito verde. Os quartos são um pouco antigos, mas agradáveis, sem mosquitos, com a roupa de cama bem limpinha. Para jantar ,pedimos uma tilápia assada com arroz , salada e purê de batatas , no valor de mais ou menos 43 reais. A comida estava uma delícia! Surpreendeu-nos!

No outro dia, acordamos cedinho e fomos correr. Queríamos chegar na cachoeira do hotel, cerca de 6 km da sede, mas o caminho estava muito empoeirada. No fim, pagamos 160 reais pela estadia e comida, incluindo 10 por cento de serviço. O pessoal da pousada também foi muito atencioso.
Belo Horizonte (09 a 11-07-2011)
Dia 02
Saímos às 10 horas de Três Marias e chegamos em BH depois das 13 hs. Ficamos hospedados no hotel Mercure Lourdes que é muito bom: muito bom café da manhã, quarto limpo, novo, piso carpete de madeira, piscina, sauna e um fitness Center de tirar o fôlego. Pagamos pelo clube Bancorbrás que sempre tem convenio com ótimos hotéis nas grandes capitais.
O bairro do Hotel, Lourdes, é muito bom e bem freqüentado. É só atravessar a pista do lado direito, que vai se deparar com ruas lotadas, com vários restaurantes descolados. Ainda demos sorte de estar acontecendo uma feirinha da cultura portuguesa que deixava tudo mais animado! No meio de tantos bares e restaurantes agitadíssimos optamos por almoçar no badalado Tizé.
Estava lotado e com muita gente bonita! Deve ser o paraíso dos solteiros. Pedimos um dos poucos pratos para duas pessoas, o picadinho de file mignon (38, 00 reais), mais uma porçao de arroz cremoso com brócolis . A comida estava divina! Tomei 2 chopps ( 4,80 cada) e uma cerveja antarctica orignia ( 5, 10) para enrolar e ver o jogo. Se soubesse que o nome “original” no cardápio se referia a esta cerveja, teria pedido porque os chopps ficaram bem mais caros. Flavio pediu uma Malzebier . Pela comilancia e bebeção, pagamos 71,oo reais . Valeu a pena, tanto pela comida como pelo lugar!
Depois , passamos no mercadinho para comprar águas, 2,00 reais por 1 litro e meio.
Dia 3
Acordamos cedo, tomamos café e fomos para a Feira Afonso Pena ( conhecida como hippie). Achei mais organizada que a de Goiânia porque as barracas se dividem em seções e cores: bijuterias, artesanato e decoração, sapatos, bolsas e acessórios, artigos infantis, roupas, comida (ponta direita e esquerda da feira). Com relação ao preço, achei o mesmo que o da feira da Lua de Goiania. Achei barato apenas os cintos de couro: de uma volta 10,00, de duas voltas 15,00, masculino 20 a 15. Os brincos também estavam com bom preço. Achei até de 3 por cinco, dos pequenininhos, mas com strass.
A feira fica na frente do pólo de artesanato (desculpa , mas não entrei) Também , de frente para o parque Municipal que é lindo, com muito verde, laguinho, quadra de tênis e tudo. Fomos no mercado municipal. Dá pra ir andando da feirinha. Tem uma ladeira violenta, mas gastamos uns 15 minutos a pé. Achei também tudo caro, mas vale pela variedade de bujingangas e muitos botecos!BH é famoso neste quisito. Se quiser almoçar lá, procure os premiados com o selo “comida de boteco”. Havia muitos bares lotados no mercado Municipal.
Optamos por almoçar em um self-service, próximo a feira, de 26 reais o kilo. Nada demais.
Depois voltamos para o hotel, e vimos a seleção de futebol feminino perder para os EUA. É mole ou quer mais!
Fomos ao shopping Patio Savassi, pegar um cineminha. O Ingresso custou 18 ,oo e o lanche uma média de 30 reais por um sanduiche, com salada e suco, do Eddie fine burguer, tido como o melhor da cidade. O sanduiche estava bom, melhor que o Marvin, em Brasilia. O Flavio ficou com um spagueti do spoleto. Os doces ficaram por conta das lojas americanas onde gastamos uns 10 reais de chocolate. Agora é se preparar para dormir porque amanhã, se Deus permitir iremos para Petrópolis! Serra Fluminense.
BR 040 e Petrópolis
Saimos de BH as 10 hs rumo a Petrópolis, pela BR- 040 que liga BH ao Rio de Janeiro. Apesar de
duplicada, no inicio, a BR não rende muito por causa das curvas e do trafego de caminhões intenso. Levamos mais de 5 horas para percorrer pouco mais de 300 km. Almoçamos em um restaurante, muito agradável, uns 40 kms antes de Juiz de Fora chamado Fartura de Fogão, por 31 reais o kilo. Preço salgado, mas comida muito boa. Também tinha um queijo parmesão a 16 reais o kilo! A estrada é muito bonita.
Petropolis – Pousada Atelier Molinaro

Chegamos em Petropolis e ficamos na pousada Atelier Molinaro, que fica no alto de uma serra lindíssima a 5 km do centro de Petropolis. Valeu a pena usar a bancorbras : quarto lindo e muito bem decorado, cama muito confortável, hidromassagem. A área externa também é um luxo: piscina, jacuzzi, biombo para leitura e
verde, mas muito verde mesmo! Fica embrenhado na serra fluminense. De noite , ainda, a gente pode ficar sentada perto da lareira, lendo um li
vro porque em Julho o frio é de lascar! A única cilada foi jantar no hotel, pelo menos pra quem é esfomeado como nós. Pedimos dois pratos que achamos caros: truta com arroz de açafrão (39,00) e escalopinho de fitet( 36,00). Eu nunca vi tão pouca comida! Saímos com fome e não estava lá estas coisas. Então, não compensa comer no hotel, a não ser pela comodidade e ambiente.
Dia 05- Petropolis- Centro
Dormimos muito bem, na cama enorme e confortável do hotel. O café da manhã , por sua vez, não teve nada de mais. Senti falta de algo mais quente, como um ovo, já que todos os pratos eram frios, com exceção do misto que nós mesmos tivemos que preparar.Fomos andando da pousada até o centro para irmos ao Museu Imperial e fazer umas compras na rua Tereza.
Andamos mais de 5 km sem sentir, tão linda a paisagem da cidade: muito verde, natureza exuberante , numa cidade cortada por rios e decorada por pontes. A única tristeza é ver o estado dos rios, totalmente poluídos, com ratos à margem e todo tipo de dejeto que vocês puderem imaginar. Se o Rio fosse limpo, a paisagem seria tão linda e agradável como a do rio Tamise, em Londres.
Rio imundo à parte, Petropolis é uma cidade muito, mas muito bonita mesmo! Praças maravilhosas com jardins e fontes, casas lindas , que desafiam a gravidade,
construídas ao pé e sopé de montanhas! Arquitetura bem colonial e muita, mas muita gente simpática. Passamos pelo castelo de Cristal, depois pelo monumento do 14 bis , na praça Santos Dumond.
No caminho do museu, me deparei com uma loja de melissa que estava em promoção, REbeka, na rua 16 de março, que me fez lembrar as ruelas de Kingston, um bairro em Londres. Acho que é o lugar mais descolado do centro de Petropolis no quisito compras de
grifes. Comi uma torta alemã, divina, na confeitaria alemã Willensen. Continuamos nosso passeio, agora indo pela Rua imperial, onde ficava a maior concentração de bancos, restaurantes, etc, ou seja, do povão mesmo. Nunca imaginei que Petrópolis fosse tão urbanizada, com tantos prédios, casas, etc. Muito bom mesmo. Finalmente, chegamos ao destino: o museu imperial.
O museu Imperial
O museu imperial, casa de veraneio da família real no segundo reinado, para mim , é um dos museus mais lindos e completos que já visitei no Brasil. O valor cobrado, de 8 reais , é muito pouco considerado a estrutura e o acervo. Assim como o palácio de Hampton Court, em Londres, os jardins do palácio imperial são abertos ao publico, o que já vale a visita. Há banheiros e bebedouros muito bem conservados, ideais para os que ficam no “aperto” durante passeios turísticos.
No museu é possível ver a casa de Dom Pedro II, assim como ele e sua família deixaram. Há vários quadros retratando a monarquia do Brasil imperial, bem como objetos de valor inestimável como a coroa real (me lembrei das jóias da coroa, na torre de Londres), cetros , jóias e roupas. Se considerarmos que no Brasil tivemos um curto periodo imperial, face a outros países, o acervo do museu é de fato fantástico.
Levamos quase duas horas para percorrer todo o museu. Ficamos impressionados com a religiosidade da família imperial: imagens e crucifixos eram constantes nas cabeceiras da outrora realeza. Como evangélicos, vemos como foi importante a retratação do cristianismo, por meio de imagens, para conhecimento das pessoas da época, em especial em um período em que a maioria da população era analfabeta. Pena que o que seria uma retratação, passou a ser, de forma exagerada e conveniente, uma transferencia da figura divina a imagens. Pena também, que muitos evangélicos não levem em consideração a importância da retratação artística da historia de cristo, tanto outrora como nos dias de hoje, considerando toda e qualquer imagem um ato de idolatria.
Saimos de museu muito orgulhosos em ser brasileiros e também por conhecer um pouco mais sobre Dom Pedro II, responsável por um período de paz e luta pela liberdade, em nosso país, sendo declaradamente contra a escravidão.
Rua Teresa
Fomos para a rua Teresa, paraíso das compras femininas e por que não dizer, para os pacientes, masculinas. Tudo muito barato e de bom gosto. Não deixe de ir. Vi as roupas de rabo de olho, porque não tinha dinheiro pra gastar com isso, mas vale a penas demais! Vestidos de 30, 40 até 10 reais. Tem uma loja de camiseta, chamada A carioca, que vende tudo por 10 reais. Vale a pena guardar dinheiro pra comprar lá. Muito bom!
Terminada as compras, fomos procurar um lugar pra jantar e entramos numa furada. Por recomendação de uma moradora, fomos parar num restaurante chamado Bordeaux. Andamos pra caramba, na esperança de encontrar uma comidinha caseira e um caldinho. Ao contrario, chegamos a um lugar meio requintado. Quando entramos, o garçom nos olhou como se fossemos de marte, sem retribuir um sorriso sequer! Não sei se era pelas nossas vestimentas, simples de turista que andou o dia inteiro, ou se era pela nossa cor, que de nada tem de branca, como a deles. Só sei que eu e Flávio até brigamos: eu por querer reclamar do garçom e o Flavio porque disse que o fiz andar léguas para ir num lugar que, além de caríssimo, com preços iguais a do hotel, tinha uma comida fraca, tipo girafas mesmo.
Dia 06
Petropolis- Tiradentes
Acordei com meu piercing inchado e corri para encontrar um médico. Fechamos a conta do hotel e, pasmem, paguei 21 reais por uma ligação local de quatro minutos! Entao, aprendam comigo: Não liguem de hotel sem saber o preço.
Acabamos parando na UPA (unidade publica ambulatorial) , que nos surpreendeu pela limpeza e atendimento. Tudo arrumadinho, computadorizado, branquinho, limpo –inclusive o banheiro. A única semelhança com o hospital público convencional é que esperei duas horas, isto porque meu risco emergencial era baixo. Por fim, o medico me deu meu objeto de desejo: uma receita de antibiótico. Passei na rua Teresa , para comprar umas lembranças e por fim, nos dois cansados , acabamos brigando feio porque eu queria comer um bolo na wiillessen e o Flavio achou isto um absurdo. Fiquei triste porque queria ir na igreja de Dom Pedro, ver o Mousoléu do ilustre Dom Pedro II, mas não tínhamos tempo. A estrada para Tiradentes nos esperava.
Pegamos a estrada, os dois bicudos, rumo a Tiradentes. Já com os ânimos menos acirrados, chegamos na cidade umas 7 horas da noite, na pousada Pouso Alforria (www.pousoalforria.com.br ).
Escolhemos a pousada pelo Guia 4 Rodas . Para olhares desatentos, a pousada parecia não ter nada de mais, em especial
se comparada com o luxo da Atelier Molinaro. Aos poucos, esta impressão foi se desfazendo.
Pra começar, a pousada só recebe oito hóspedes no máximo. Não aceita menores de 12 anos o que torna o ambiente ideal para casais. Nesta noite, fomos recebidos pelo dono, Ailton e por Valério , que prontamente nos orientou sobre onde jantar. Escolhemos o restaurante Viradas do Largo, a poucos metros do hotel, onde pagamos 50 reais por meio frango com quiabo, arroz e angu. A comida estava razoável, mas quente , como precisávamos, pelo frio cortante que fazia lá fora, menos de 8 graus.
Ao voltarmos para o hotel, ficamos pasmados com o que encontramos: cama cuidadosamente arrumada com cobertas e chales, bombom em cima do travesseiro e, pasmem- haviam limpado o cesto de lixo. Então, o quarto que parecia simples, foi se enchendo de graça. A seção mimo começava.
Dia 07
Os mimos continuaram pela manhã. Tivemos um café personalizado: chocolate quente e pão de queijo preparado na hora, pão caseiro, sucos e queijos. Falando em pão de queijo, foi o melhor que comi: não era massudo, parecendo uma petinha crocante!
Depois, saímos pra andar na cidade. Graças ao Flavio, que me faz andar a cidade toda a pé, sempre conhecemos lugares legais e mais baratos. Andando pela periferia, no caminho que vai para bichinho, compramos artigos de metal na Divina Arte (www.divinaarte.tiradentes.net). Pra ter uma idéia, uma bandeja patinada custou 45 reais, enquanto na loja do lado era 170.
De tarde, fomos procurar moveis de demolição na cidade de Santa Cruz, a 5 km de Tiradentes. Em meio a tantas opções, acabei me decidindo pela Arcaico Moveis de Demolição (danielarcaico@hotmail.com ), onde encomendei uma cristaleira e uma mesa de centro. O esquema em Tiradentes é que eles entregam em Brasília, cobrando 14 por cento do valor da mercadoria. Vamos ver se chega mesmo!
De volta pro hotel, mais mimos: as roupas que eu havia lavado e pendurado na cadeira tinham sido colocadas para secar e passadas.
Jantamos no bar do Celso. Uma delicia de filet com feijão mineiro, arroz, uma salada maravilhosa por 50 reais, para os dois.
Dia 08

O festival de mimos no hotel continuou se repetindo.Mais roupa estendida, café da manhã ao som de música clássica, etc...Pela manhã, fomos andando até a cachoeira que fica no caminho de Santa Cruz.

De tarde, após as 14 horas, fomos até a cidade de bichinho. O artesanato é quase o mesmo preço que de santa cruz. Disseram que vale a pena ir até a cidade de Prados, onde artefatos de madeira decorativos são mais baratos.
Navolta, jantamos no restaurante Pau de angu , que fica na estrada. O lugar é lindo, mas a comida, por incrível que pareça, estava um pouco fria, devido o clima, menos de 10 graus. Pagamos 80 reais por ½ frango caipira , com feijão, arroz, angu e uma série de legumes, todos orgânicos .
Dia 08
Após o maravilhoso café, com um pluss de um delicioso bolo de iogurte, voltamos a Santa Cruz para encomendar os móveis. Os artesãos aceitam um sinal e você pode pagar o resto na entrega. Como disse, depois conto se entregaram ou não. Encomendei tudo com o Daniel , da loja Daniel Arcaico. Ainda, compramos umas panelas velhas de um senhor que mora na frente da casa dele. Esqueci o nome, se tiver interesse, manda um e-mail pro Daniel perguntando que ele responde. Pessoa simpática, o Daniel.
De volta à Tiradentes, fomos à igreja principal do centro histórico, que é lindíssima! Andamos pela cidade e fomos comprar doce no “Chico Doceiro”, uma doceria que fica na frente do hotel Dom Quixote. Pensei que ia encontrar um velhinho, mas que nada! O tal do Chico é até boa pinta, novo, com jeito de bodinho, se não fosse pelo avental de cozinheiro! Os doces dele são deliciosos e baratos! O mais famoso é o de leite, dentro do canudinho por 0,50 centavos! Ele vai aparecer no programa “Que marravilha” com aquele Frances Olivier, na TV a cabo, GNT, na quinta próxima, dia 21 de Julho. Voltamos pro hotel, tomamos um banho e fomos jantar, de novo no Bar do Celso, que para mim foi a melhor comida de Tiradentes! Que salada divina! Que bife gostoso! Tudo fresco e quentinho!
Voltamos para o hotel, para nossa ultima noite no Pouso Alforria. O atendente, Valério, estava na porta para nos receber e se despedir, já que seu turno é apenas noturno. Muita gentileza, um show de atenção!
Quando entrei no quarto, a receita de pão de queijo estava em cima do frigo bar e a minha camiseta, lavada no dia anterior, pendurada e seca, na fechadura da porta... Apenas um dos mimos deste hotel, que comporta no máximo oito hóspedes, e que jamais iremos esquecer. Vamos ver o que o dia de amanhã nos reserva, se Deus permitir, quando iremos para São João Del Rei.
Tiradentes- São João Del Rei
Dia 08
Ainda em Tiradentes, fomos dar uma caminhada antes de ir para São Joao Del Rei. Pegamos uma trilha lindíssima , até uma tal de caixa d’agua, na antiga estrada de trem. O passeio começa na estação da Maria Fumaça e segue mata adentro, por pelo menos 8 km. Como estávamos a pé, andamos pelo menos 4 km pra ir e 4 para voltar. Bom seria se tivéssemos alugado umas bicicletas para completar o trajeto. Mesmo assim, valeu a pena, as 2 horas e 10minutos de caminhada..ufa...!!! Porque a estrada, além de bela e sombreada pela vegetação intensa, margeava um largo rio , de um verde cintilante, igual uma Esmeralda! Na volta, depois de comer tanta poeira dos motoristas sem educação que passavam pela gente, tive vontade de me jogar nele!


Ao fim do trajeto, perto da ponte, acabei comprando mais artesanatos de metal e madeira, de um artesão local, o seu Adilson (32) 9952-1238. Quase acabei com o estoque do homem.Bom, era hora de dizer adeus a Tiradentes..snif, snif. Demos ainda uma passada em Santa Cruz, para pegar a bicicletinha de madeira e deixar no Daniel, na crença de que ele irá envia-la, junto com o carregamento de moveis que encomendamos dele. Passei na Daniela (sinto muito, mas não tenho o número dela) e comprei umas galinhas decorativas, feitas em madeira e cabaça.
A chegada em São Joao Del Rei foi meio impactante. A sensação era de deixar uma cidade como Pirinópolis ou Goiás Velho e chegar em Anápolis ou algo parecido. A cidade é grande, movimentada....Acho que prefiro Tiradentes.
Chegamos na Pousada Beco do Bispo ( www.becodobispo.com.br ) , que fica perto da igreja São Francisco de Assis. Fomos recebidos pela dona, muito simpática, que nos presenteou, inclusive, com uma garrafa de champanha Frances, pelos nossos 15 anos de casados, que faremos em Novembro... hehehe. A pousada é linda, muito limpa e bem decorada, confortável, com banheira e tudo, mas senti falta do pessoal da Pouso Alforria... Há quem diga que eles nos tratam porque recebem , mas já pagamos por tantos outros lugares e nem por isso fomos tratados com tanto carinho e personalidade. Acho que estamos mal acostumados.
Saímos para um barzinho local, o Mineirim Butequim, onde acabamos jantando um prato feito- feijão, filet, farofa, couve, fritas e ovo. Até que estava gostoso. Pagamos, pelos 2 pratos mais um choppinho pra mim , 37 reais. Fiquei pensando que nesta hora , se tivesse em Brasília, estaria na igreja e não em um buteco , tomando cerveja, vendo o Brasil perder a copa América pro Paraguai. Hehehe. Passamos ainda em uma padaria porque o formiguinha do Flavio queria um pão . Depois, voltamos para o hotel e pedimos a champanha. O Flavio abriu a champanha e parecia até outro, ao servir o espumante, em taça, para mim... Chiquérrimo!..............Eu ainda estou escrevendo, mas , segundo ele, a cama é uma delícia e o travesseiro muito cheiroso, com pena de ganso (ah, nem me fala em Ganso!! Em especial , depois deste jogo!). Tá rolando um show do São Jorge na praça...acontece que somos diurnos...hoje, só amanhã!